Às vezes, é preciso estar na escuridão para poder enxergar as estrelas

Eu já perdi as contas das vezes que afundei profundamente em grandes tristezas. Era como se nada fizesse sentido e eu tinha a impressão de que não conseguiria ter força o suficiente para respirar o ar puro da paz novamente.

 

Foram longas e intensas batalhas. Mas, até aqui, eu venci todas elas. Pois, da tristeza e da dor, extraí suas preciosas lições. E acredito que esse seja o verdadeiro sentido dela: ensinar. Nos fazer entender que o mundo só precisa de uma brisa contrária para despencar sob nossa cabeça.

 

Que ninguém nunca está em abrigos que sejam seguros o suficiente para evitar qualquer tempestade. Que a maior força para restaurar nossos cacos, tem que surgir de nós mesmos. Eu precisei experimentar o sabor amargo da desilusão, para garantir que não quero mais me embriagar dessa bebida barata.

 

Com os meus piores momentos, aprendi a distinguir o que e por quem vale a pena lutar. Entendi que, valorizar a cada dia, todos aqueles que amo é mais que uma obrigação, é um combustível para alma.

 

Eu descobri que, as estrelas mais brilhantes, tendem a se tornar excessivamente encantadoras em noites mais escuras.

Paraibano, escreve nas redes sociais desde 2010 e é autor do livro “Talvez não seja tarde”. Jey encontra na escrita a sua válvula de escape e é na simplicidade das palavras que ele extravasa todo o seu sentimento.

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